segunda-feira, 13 de abril de 2015

Eu queria ter uma palavra de felicidade para deixar rascunhada aqui...
E penso... e crio... só o que sou.
Sou o que fazem de mim.
Gostaria de decidir e dizer que sou o que sou por querer ser.
Sou fruto de um amor infrutífero (e aqui encontram-se todas as respostas), de condecorações forçadas e obrigações abraçadas pela caridade.
Piedade!
Mais digno seria estar debaixo da terra, mas não escanteada.
Comida pelos vermes, mas não desprezada.
Só espero um dia, antes de apodrecer, escrever algo tão belo, para que fique a imagem da criança feliz que eu esperava ser.

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